Virando as folhas sem usar as mãos…

E se venta, diminuo meu passo apressado e fecho os olhos. Deixo o vento estapear ou acariciar meu rosto. Respiro a brisa doce ou congelo os pulmões com o ar frio. Não interrompo com as mãos a bagunça que ele faz no meu cabelo quando passa com violência.

Fiquei tão amiga do vento que o dei um apelido. No nosso íntimo, quando conversamos ao cair da noite, o chamo de liberdade. Foi ele que me ensinou a sentir, em qual for a situação, que quando ele bate é porque eu escolhi abrir a janela, sair na rua, correr para não perder o ônibus…

Poulet au chasseur

França – Parte 2

Ah, se a igualdade e a fraternidade ficaram pra contar história, a liberdade eu encontrei. Reims, a grande cidade da região de Champagne, é minha nova casa!

Champagne nada tem em comum com a Bretanha. Mas, uma vez na França, viva o crepe! Foi assim que eu comemorei minha primeira semana por aqui!

To be continued…

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