De onde vêm as boas histórias?

International Party in Paris!

Eu e minha mochila cor-de-rosa encontramos bons companheiros nos vilarejos que ficam entre as plantações de uva entre os departamentos de Champagne-Ardennes e Borgonha. Hit the Road, Jack com pessoas que topam tudo é muito bom!

Dois fins de semanas seguidos, eu e minha mochila cor-de-rosa fomos bater perna em Paris. Sair de Bar-sur-Aube no fim de semana foi fácil da primeira vez, sem greve e sem chuva. Fazia muito calor na cidade cor-de-rosa (ou era só minha mochila que era cor-de-rosa?). Eu não olhei a previsão e parti vestindo botas de couro. Por que, Senhor?

Pés inchados e doloridos de tanto andar entre a torre Eiffel e a Catedral Notre Dame. Pude lembrar que a primeira estação de metrô que eu tentei comprar um bilhete, lá em 2006, sem saber falar nada de francês e com 18 anos na carteira, foi Passy, a estação da Torre Eiffel e da Maison de La Radio. Também pude lembrar que tentava decifrar o mapa pra chegar até a Catedral Notre Dame, onde a ficha realmente caiu que ‘eu estava em Paris’.

Sacre Coeur

Passear em Paris é sentir um friozinho na barriga toda a vez que você cruza uma ponte e olha para o Rio Sena. Ou quando entra no metrô e escuta um zilhão de línguas diferentes. Ou quando vê um monte de jovens em frente ao Moulin Rouge fazendo festa com garrafas de vinho na mão…

A segunda viagem para Paris foi mais ao estilo aventura. Desta vez de tênis, esperávamos o trem que chegaria às 10h22 na estação de Bar-sur-Aube. 11h22… NADA! Greve. Não tem trem. Beleza, lá fomos nós de carro!

Encontramos (eu e Flo) a Fernanda num dos top 10 de Paris: O Arco do Triunfo. Almoço na Champs Elysée, passeio… e o melhor: soirrée! 😀 Baladinhas em Montmartre!

O que fez meu fim de semana foi um guardanapo com baboseiras escritas pelas jornaleiras Marina Sartori e Natasha Pinelli e um óculos de coração! Algumas coisas são insubstituíveis. Ah, são sim!

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