O caminho das pedras

Hoje me senti um tanto desestimulada de alcançar os objetivos que tenho durante minha estada aqui na França.

O primeiro, e o mais óbvio, que é melhorar minhas habilidades na língua, são constantemente postas a prova. Não é uma língua fácil. Em nenhuma das ‘instâncias’. Falar (bem) não é fácil, entender (bem) não é fácil, escrever (…) muito menos.

Isso ajuda a dar aquela desanimada no segundo objetivo: o Mestrado. Mas não é o único motivo. Entender tudo o que se precisa para estudar aqui ou em qualquer outro país que não seja o seu não é moleza.

Daí me falaram sobre um órgão, o COI. Na teoria, os funcionários ajudam os estudantes a encontrarem o curso ideal, bolsas, enfim… eles ensinam o caminho das pedras. Lá fui eu. Marquei um horário e apareci com um sorriso no rosto, meu histórico na mão e a esperança de que tinha encontrado alguém que me daria as dicas do que fazer.

Não. Na verdade eles me confundiram ainda mais. Disseram coisas que o Campus France – órgão de educação da França no Brasil – faz diferente.

Resultado? Até o momento, nenhum.

Cheguei, lavei o rosto, tomei coragem, abri os livros e comecei a estudar. Uma coisa é certa, se eu não falar bem a língua de Balzac, nada acontece.

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