Au revoir

Uma música, um filme, uma frase. Indícios de uma vida que passou. Se ela existiu ou não, quem pode dizer?

Um brinco de pérolas caído, uma fivela cor-de-rosa no chão do ônibus, um rosto sem lágrimas, mas que ainda transparece dor.  Quem liga para última que rolou?

O sentimento por ninguém. A ansiedade da dúvida.

Um segundo.

E depois deste segundo, outro, outro, outro…

Sentada ali naquele banco, deixando que o sol refletido no rio me cegasse, esperava pelo amigo, a pipoca, a boca. A moça, a criança. Esperava ver meu rosto feliz.

Tá. Todo mundo já sabe – menos eu. Cada um a mais que me perguntava se ‘era verdade’, era um dia a menos.

Au revoir, A bientot, A tout a l’heure, Bye. N’importe pas.

Adieu !

Em breve, « Pagando o Pato » na gringa por tempo prolongado ! 😉

Je veux seulement oublier. Et puis, je fume.

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