I don’t have plans.

O que leva algumas das pessoas mais queridas na sua vida tomarem rumos tão diferentes é o que venho me perguntando faz algum tempo.

Parece que todos nós estamos pilotando um veloz carro de F1, sozinhos e sem bancos de passageiro, quando de repente nos damos conta de uma bifurcação no meio da pista. Apenas intuição. Não calculamos riscos ou possibilidades quando optamos pela direita ou pela esquerda. Fazemos isso porque sabemos que se não optarmos, vamos bater e, na velocidade que estamos, o estrago seria grande.

Mas, ás vezes, somos obrigados a frear, parar para trocar os pneus, colocar gasolina e é quando podemos, finalmente, refletir. Não. Não dá mais para mudar a direção escolhida lá atrás, mas sempre é possível encontrar alternativas para uma escolha impulsiva.

Ou talvez, simplesmente aceitar que a escolha foi errada e seguir em frente.

Talvez não lamentar por aqueles que foram pelo outro caminho, apenas procurar novas pessoas na direção escolhida.

Uma vez me disseram que ‘ninguém é insubstituível’. Eu duvidei, mas descobri que eu sou substituível no minuto seguinte.

Maybe I should do a lot of them and allow myself to get frustrated by the time they don’t go exactly the way I wanted them to.

I do have wishes, but I don’t just wish they go right, I go for them. Maybe that’s the only way I found to blame no one else but me if they don’t go the way I wanted them to.

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