Second, third, fouth impressions…

7 a.m meu celular (que não serve para nada alem de ser um relógio e um alarme já que a companhia telefônica resolveu ignorar meu pedido de roaming internacional) tocou. Não que eu pretendesse acordar tão cedo, mas queria pelo menos tomar um café tcheco.

A hora que eu realmente acordei, já com um pouco de raiva de mim, foi depois do meio dia. Banho, abrir a bagagem, roupas.

Achar um lugar para comer. Tudo parecia fechado. Claro. Eu andava para o lado oposto do centro. Descobri apenas depois de almoçar um restaurante tipicamente tcheco. Um prato curiosamente delicioso. E uma pilsen.

Saio correndo para o hotel. Parecia estar cada vez mais frio. Agarro aquele longo cachecol feito pela minha avó e saio outra vez. Desta vez, rumo ao centro. Relógio astronômico. Christmas markets, muita gente, muito turista, muitas línguas. Um Starbucks aberto.  “Que saudades”. Um caramel macchiato de verdade. “Que saudades”.

Resolvi me perder na cidade, andei durante 3 horas pelas pequenas e deliciosamente assustadoras vielas de Praga. No meio da praça, um homem falava em cima de um palco. Pernas de porco assando por todos os lados, assim como salsichas gigantes. Vinho quente. Surpreendente quente e forte.

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